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Software à medida
Portais, plataformas e ferramentas internas para empresas que ultrapassaram as folhas de cálculo e o software de prateleira.
O que é
Faz sentido construir quando as ferramentas existentes obrigam a equipa a duplicar trabalho, escondem informação importante ou impedem a empresa de evoluir. Começamos pelo menor sistema capaz de resolver esse problema.
Definimos na proposta a arquitetura, o alojamento, a monitorização e a manutenção. Usamos tecnologia madura nos componentes críticos e testamos cada integração antes do lançamento.
Para quem
Para empresas que gerem operações em folhas de cálculo partilhadas, dependem de software antigo sem suporte ou precisam de transformar uma ideia de produto num sistema utilizável.
Ferramentas que construímos
- 01
Portais de cliente: encomendas, orçamentos e estado dos trabalhos num só sítio, em vez de telefonemas e emails
- 02
Ferramentas internas para gestão de produção, stocks e planeamento
- 03
Plataformas SaaS com autenticação, pagamentos, administração e suporte operacional
- 04
Modernização de sistemas antigos, migrados por fases e sem parar a operação
Como começamos
Definimos o problema
Falamos com quem usa as ferramentas atuais e identificamos o resultado que o novo sistema deve produzir.
Fechamos o primeiro âmbito
A proposta identifica entregáveis, integrações, calendário, preço e responsabilidades.
Entregamos por etapas
A equipa testa partes utilizáveis cedo, antes de o sistema assumir trabalho crítico.
Preparamos a operação
Documentamos suporte, monitorização, dados, alojamento e condições de transição.
Perguntas frequentes
De quem é o código?
Os dados são da sua empresa. A propriedade ou licença do código, o alojamento, a exportação de dados e as condições de transição ficam definidas na proposta antes de começarmos.
Quanto tempo demora?
Depende do âmbito e das integrações. Dividimos o projeto em entregas utilizáveis e indicamos o calendário de cada etapa na proposta.
E depois de entregar?
A proposta define quem monitoriza, atualiza e corrige o sistema depois do lançamento. Também acordamos como são priorizadas e orçamentadas novas funcionalidades.
Que tecnologia usam?
Escolhemos tecnologia com suporte ativo e adequada à equipa, aos dados e à vida esperada do sistema. Componentes novos ou de maior risco são validados antes de receberem trabalho crítico.
As ferramentas atuais obrigam a sua equipa a contornar o sistema?
Na primeira conversa percebemos a limitação e avaliamos se deve integrar, substituir ou construir.